Chega de boatos de uma crise entre Neymar e Bruna Marquezine! O jogador está provando que o amor entre eles só cresce com o tempo. Semana passada, ele publicou uma montagem se declarando em espanhol para a amada. Agora, ele foi mais além e ficou ainda mais romântico. Neymar soltou a voz!Em vídeo publicado por Marquinhos Malaquias, empresário do jogador, eles aparecem cantando a música Que Se. Chama Amor, da banda Só Pra Contrariar. Na legenda, Marquinhos mandou uma mensagem para as amadas dos dois. — Agora fizemos moral com as patroas. No meio do vídeo, Neymar ainda se declara para Bruna. — Te amo, amor. Tô com saudade! Assista abaixo ao vídeo com a cena.
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Eva e Dillon são dois cães que, literalmente, se completam. Eva é cega, Dillon é cego e surdo. Os animais vivem em um abrigo na Califórnia, nos Estados Unidos. Juntos, eles passam por cima das deficiências e se apresentam como animais animados e divertidos.No Natal de 2012, Eva foi encontrada perdida entre montanhas congeladas. Na ocasião, ela foi resgatada pela equipe do Marley’s Mutts Dog Rescue e meses depois adotada por uma família.Porém, a cegueira de Eva atrapalhou a convivência com a família. A cadela acabou sendo devolvida ao abrigo de animais onde conheceu Dillon.Além de cego, Dillon é surdo e também possui uma história muito triste. O animal foi recolhido em uma estação de trem. Os funcionários do abrigo acreditam que Dillon tenha sido levado para um “passeio” e nunca mais foi buscado pelos seus donos.Superando as dificuldades, assim que Eva e Dillon se conheceram a sintonia foi instantânea! Os animais realizam juntos todas as atividades do abrigo americano: dormem, comem, passeiam e brincam na companhia do melhor amigo.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Jen Bulik, como a maioria das mulheres, sonhava em se casar desde que era uma garotinha, até que aos 35 anos foi diagnosticada com um câncer de pulmão em estágio 4. A notícia veio em janeiro deste ano e os médicos advertiram que restavam pouco mais de seis meses de vida a ela.
A notícia caiu como uma bomba sobre os ombros da mulher, que iniciou o tratamento imediatamente. Ela e seu namorado, Jeff Lang, que estão juntos há seis anos, decidiram, então, se casar, já que o tempo estava deslizando rapidamente sobre as mãos da moça doente.
A ideia inicial era fazer um casamento simples, no quintal de casa, mesmo, com mesas dobráveis e pratos de papel. Até que uma organizadora de casamentos ouviu a história e resolveu fazer uma festa incrível para o casal.
O que era para ser uma festinha virou uma festona, com direito a cerimônia em um parque e recepção na casa dos pais da noiva, banda de jazz vinda diretamente de Nova Orleans e vizinhos escoltando os noivos com balões pelas ruas.
Erica Ota, a responsável pela festa, era uma assistente social do hospital em que Jen fazia seu tratamento, antes de deixar a carreira para se dedicar ao ramo dos casamentos. Ela decidiu doar a decoração e seus serviços em memória de todos os pacientes que tinha visto morrer ao longo dos anos. Ex-alunos da Universidade de Brown fizeram o mesmo, totalizando 65 pessoas nas duas semanas de planejamento e preparativos até o grande dia.
Como o casamento foi em julho, época de grande temporada do setor nos EUA, os fornecedores também precisaram se envolver com a causa para que tudo desse certo, já que estavam cheios de trabalho com festas que começaram a ser programadas até um ano antes. Quase tudo acabou sendo oferecido gratuitamente aos noivos, num total de US$ 52 mil dólares (cerca de R$ 120 mil) em doações!
Jen subiu ao altar com Jeff no sábado (27), em San Jose, na Califórnia, usando um vestido verde claro, segurando flores nas mãos e com a cabeça raspada à mostra perante os 120 convidados. “Eu tinha uma peruca para usar durante a festa, mas então pensei que não queria me ver daquele jeito nas fotos. Não me sentiria autêntica. Queria ser totalmente eu no meu casamento”, disse a noiva ao “New York Daily News”.
Os padrinhos fizeram sua entrada ao som de “No Rain”, do Blind Melon, enquanto a noiva caminhou até seu amado enquanto se ouvia “My Way”, de Frank Sinatra. “Ela estava radiante. Nem parecia alguém doente, a quem foi dito que restava poucos meses de vida”, emocionou-se Erica.
Agora que a festa acabou, Jen disse que está tentando viver cada dia. Ela acredita que vai ser difícil, mas que a vida ainda pode ser bela, mesmo sendo curta. “O câncer não é fácil. Demoro muito para me levantar de manhã, às vezes. Mas eu acho que é importante encontrar essa fonte de esperança dentro de mim e coragem para seguir em frente”, finalizou.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Aos 18 meses de idade, Rachel Fleit ficou completamente careca por sofrer de alopécia, caracterizada pela perda de cabelos.
Embora eventualmente use peruca, a estilista não se incomoda com o visual careca e o assume com naturalidade. Tanto que já virou ícone de estilo e dá dicas para mulheres que também não têm cabelos
— Depois de 30 anos careca, eu sei o que fica bem e o que não fica.
Rachel conta que roupas muito angulares e estruturadas fazem com que se sinta um robô. Por isso, evita peças muito sérias.Para dar toques de feminilidade, ela aposta em acessórios próximos ao rosto como brincos, colares e echarpes. Ela não abre mão de uma maquiagem leve durante o dia e sombras mais pesadas para a noite. Rachel se inspira em Debbie Harry, Liza Minelli e Diana Ross. Embora hoje trate o assunto com muita naturalidade, ela contou ao jornal inglês The Daily Mail que passou por um longo processo de aceitação
. Aos 4 anos, começou a usar peruca e não falava para ninguém sobre a alopécia. Mas na adolescência resolveu tratar o assunto abertamente. Mesmo assim, ainda usava turbantes e lenços para manter a cabeça coberta. Foi aos 20 e poucos que a beldade resolveu mudar. Começou a frequentar conferências sobre alopécia para conhecer pessoas com as mesmas condições. — Não é um problema físico, de maneira alguma eu estou doente, eu apenas não tenho cabelo. Isso tem um impacto psicológico e emocional em mim.
Hoje, ela se diverte dizendo que leva poucos minutos para se arrumar e sair de casa e garimpa peças incomuns e que tenham a ver com seu estilo único em lojas vintage de Los Angeles, Paris e Nova York. Embora nem sempre tenha trabalhado com moda, a estilista confessou que ama roupas desde criança.
terça-feira, 23 de julho de 2013
O príncipe William e sua mulher, Kate Middleton, deixaram o hospital St. Mary de maneira simples e descontraída nesta terça-feira (23) e mostraram ao mundo o primeiro filho do casal, o terceiro na linha de sucessão ao trono britânico.O bebê nasceu na segunda-feira (22) às 16h24 (12h24 em Brasília) e tanto ele quanto a mãe estão bem. A duquesa de Cambridge chamou a atenção por sua boa forma apenas um dia após o parto e pela quebra de protocolo ao sair do hospital com o filho nos braços, algo incomum na realeza. Na ocasião do nascimento do príncipe William, quem o carregava era o pai, príncipe Charles, enquanto Diana apenas permanecia ao seu lado. Kate Middleton acenou para o público segurando o bebê e o entregou ao pai momentos depois. O casal posou para fotos diante da imprensa, que permaneceu durante quase três semanas na frente do hospital. William aproveitou para brincar e dizer que o filho "pelo menos tem mais cabelo" do que ele e confessou estar "muito emocionado" Momentos depois William e Kate deixaram o hospital em um veículo dirigido pelo próprio príncipe, que também levou o recém-nascido até o veículo em uma cadeirinha própria para o transporte de bebês. O príncipe William e sua mulher, Kate Middleton, deixaram o hospital St. Mary de maneira simples e descontraída nesta terça-feira (23) e mostraram ao mundo o primeiro filho do casal, o terceiro na linha de sucessão ao trono britânico.
sábado, 20 de julho de 2013
Provavelmente uma das séries mais fortes, pesadas, tristes e amorosas que eu já vi. Quando comecei a ver as primeiras fotos da série fiquei com uma sensação meio “pô, que sacanagem isso” mas ao progredir na série, vi o amor através das fotos, os momentos de alegria e luta e a parceria de ficar com a pessoa seja qual for a circunstância.
Angelo Merendino conta em seu site *My wife’s fight with breast cancer* que a primeira vez que ele viu Jennifer, ele soube que ela era a mulher de sua vida. Seis meses depois ele a pediu em casamento e menos de um ano depois já estavam casados.Cinco meses depois, Jennifer foi diagnosticada com câncer de mama. Ele conta que lembra do exato momento, da voz de Jennifer e da sensação de dormência que o atingiram quando ficou sabendo e de como esta sensação nunca foi embora. Ele também nunca se esqueceu de como se olharam e se deram as mãos e disseram um para o outro que estavam juntos e que ficariam bem.
Com cada desafio, eles ficaram mais próximos e palavras perderam a importância. Foram 4 anos de batalha, de dores, de olhares, de apoio, de amigos especiais, de internações, tratamentos em que Jen ensinou Angelo a amar, escutar, dar e acreditar em si mesmo e nos outros. Apesar da situação ele conta que ele nunca foi tão feliz, quanto nestes anos.
As pessoas presumem que os tratamentos deixam você melhor, que tudo fica bem e que sua vida volta ao normal. Entretanto, não existe normalidade na terra do câncer. As fotos de Angelo procuram retratar o dia-a-dia dele e sua esposa, na esperança de humanizar o rosto do câncer e o rosto de sua Jen.
Elas representam os desafios, as dificuldades, medo, tristeza e solidão que enfrentaram, que Jennifer enfrentou enquanto lutava contra a doença. Mas o mais importante de tudo, elas representam o amor de Angelo e Jennifer.
Angelo diz que estas fotos não definem quem são, mas que são quem eles são.
Câncer é uma doença comum e com essa série o fotógrafo espera que na próxima vez que você conhecer alguém que o tenha, que quando perguntar para a pessoa como ela se sente, você compreenda com empatia e preocupação sincera a sua resposta.
É difícil segurar as lágrimas vendo esta série, ainda mais se você passou pelo processo de ter alguém próximo que batalhou contra esta doença.
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