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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O agropecuarista Renato Fontoura Brandão, de 46 anos, registrou a integração entre um macaco e seus porcos, na fazenda dele, próximo a Mineiros, no sudoeste goiano. De acordo com o internauta, há mais de um ano o animal silvestre fica no chiqueiro. "Nunca imaginei. A gente ficou surpreso quando viu", ressaltou.Batizado de "Chicão", o macaco não se alimenta da comida dos porcos. Primeiro, segundo Renato Brandão, ele ficou na cerca observando os 30 animais, só depois começou a se aproximar da manada. O agropecuarista explicou que é como se ele "tomasse conta" dos bichos. "O macaco fica em cima dos porcos. Quando eles começam a brigar, ele pula e separa a briga", conta. Nota da Redação: O veterinário Clayton de Andrade afirmou ao G1 que macacos Bugio são "muito inteligentes e interagem bastante". Além disso, eles têm comportamento de grupo, o que explicaria a relação com os porcos. (Correção: Ao ser publicada, essa reportagem identificou o animal como macaco-prego, mas trata-se de um Bugio. A informação foi corrigida às 13 horas.) O especialista acredita que "Chicão" tenha sido expulso do bando que pertencia. Segundo o veterinário, isso acontece quando aumenta muito a população do grupo ou se há muitos machos, pois alguns têm de sair e formar os próprios bandos. "Pode ter acontecido de ele ter adotado os porcos como grupo dele", reforçou. A aproximação também poderia ter ocorrido se o macaco fosse criado por outra pessoa.




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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Eva e Dillon são dois cães que, literalmente, se completam. Eva é cega, Dillon é cego e surdo. Os animais vivem em um abrigo na Califórnia, nos Estados Unidos. Juntos, eles passam por cima das deficiências e se apresentam como animais animados e divertidos.No Natal de 2012, Eva foi encontrada perdida entre montanhas congeladas. Na ocasião, ela foi resgatada pela equipe do Marley’s Mutts Dog Rescue e meses depois adotada por uma família.Porém, a cegueira de Eva atrapalhou a convivência com a família. A cadela acabou sendo devolvida ao abrigo de animais onde conheceu Dillon.Além de cego, Dillon é surdo e também possui uma história muito triste. O animal foi recolhido em uma estação de trem. Os funcionários do abrigo acreditam que Dillon tenha sido levado para um “passeio” e nunca mais foi buscado pelos seus donos.Superando as dificuldades, assim que Eva e Dillon se conheceram a sintonia foi instantânea! Os animais realizam juntos todas as atividades do abrigo americano: dormem, comem, passeiam e brincam na companhia do melhor amigo.







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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Jen Bulik, como a maioria das mulheres, sonhava em se casar desde que era uma garotinha, até que aos 35 anos foi diagnosticada com um câncer de pulmão em estágio 4. A notícia veio em janeiro deste ano e os médicos advertiram que restavam pouco mais de seis meses de vida a ela. A notícia caiu como uma bomba sobre os ombros da mulher, que iniciou o tratamento imediatamente. Ela e seu namorado, Jeff Lang, que estão juntos há seis anos, decidiram, então, se casar, já que o tempo estava deslizando rapidamente sobre as mãos da moça doente. A ideia inicial era fazer um casamento simples, no quintal de casa, mesmo, com mesas dobráveis e pratos de papel. Até que uma organizadora de casamentos ouviu a história e resolveu fazer uma festa incrível para o casal. O que era para ser uma festinha virou uma festona, com direito a cerimônia em um parque e recepção na casa dos pais da noiva, banda de jazz vinda diretamente de Nova Orleans e vizinhos escoltando os noivos com balões pelas ruas. Erica Ota, a responsável pela festa, era uma assistente social do hospital em que Jen fazia seu tratamento, antes de deixar a carreira para se dedicar ao ramo dos casamentos. Ela decidiu doar a decoração e seus serviços em memória de todos os pacientes que tinha visto morrer ao longo dos anos. Ex-alunos da Universidade de Brown fizeram o mesmo, totalizando 65 pessoas nas duas semanas de planejamento e preparativos até o grande dia. Como o casamento foi em julho, época de grande temporada do setor nos EUA, os fornecedores também precisaram se envolver com a causa para que tudo desse certo, já que estavam cheios de trabalho com festas que começaram a ser programadas até um ano antes. Quase tudo acabou sendo oferecido gratuitamente aos noivos, num total de US$ 52 mil dólares (cerca de R$ 120 mil) em doações! Jen subiu ao altar com Jeff no sábado (27), em San Jose, na Califórnia, usando um vestido verde claro, segurando flores nas mãos e com a cabeça raspada à mostra perante os 120 convidados. “Eu tinha uma peruca para usar durante a festa, mas então pensei que não queria me ver daquele jeito nas fotos. Não me sentiria autêntica. Queria ser totalmente eu no meu casamento”, disse a noiva ao “New York Daily News”. Os padrinhos fizeram sua entrada ao som de “No Rain”, do Blind Melon, enquanto a noiva caminhou até seu amado enquanto se ouvia “My Way”, de Frank Sinatra. “Ela estava radiante. Nem parecia alguém doente, a quem foi dito que restava poucos meses de vida”, emocionou-se Erica. Agora que a festa acabou, Jen disse que está tentando viver cada dia. Ela acredita que vai ser difícil, mas que a vida ainda pode ser bela, mesmo sendo curta. “O câncer não é fácil. Demoro muito para me levantar de manhã, às vezes. Mas eu acho que é importante encontrar essa fonte de esperança dentro de mim e coragem para seguir em frente”, finalizou.





















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sábado, 20 de julho de 2013

Provavelmente uma das séries mais fortes, pesadas, tristes e amorosas que eu já vi. Quando comecei a ver as primeiras fotos da série fiquei com uma sensação meio “pô, que sacanagem isso” mas ao progredir na série, vi o amor através das fotos, os momentos de alegria e luta e a parceria de ficar com a pessoa seja qual for a circunstância. Angelo Merendino conta em seu site *My wife’s fight with breast cancer* que a primeira vez que ele viu Jennifer, ele soube que ela era a mulher de sua vida. Seis meses depois ele a pediu em casamento e menos de um ano depois já estavam casados.Cinco meses depois, Jennifer foi diagnosticada com câncer de mama. Ele conta que lembra do exato momento, da voz de Jennifer e da sensação de dormência que o atingiram quando ficou sabendo e de como esta sensação nunca foi embora. Ele também nunca se esqueceu de como se olharam e se deram as mãos e disseram um para o outro que estavam juntos e que ficariam bem. Com cada desafio, eles ficaram mais próximos e palavras perderam a importância. Foram 4 anos de batalha, de dores, de olhares, de apoio, de amigos especiais, de internações, tratamentos em que Jen ensinou Angelo a amar, escutar, dar e acreditar em si mesmo e nos outros. Apesar da situação ele conta que ele nunca foi tão feliz, quanto nestes anos. As pessoas presumem que os tratamentos deixam você melhor, que tudo fica bem e que sua vida volta ao normal. Entretanto, não existe normalidade na terra do câncer. As fotos de Angelo procuram retratar o dia-a-dia dele e sua esposa, na esperança de humanizar o rosto do câncer e o rosto de sua Jen. Elas representam os desafios, as dificuldades, medo, tristeza e solidão que enfrentaram, que Jennifer enfrentou enquanto lutava contra a doença. Mas o mais importante de tudo, elas representam o amor de Angelo e Jennifer. Angelo diz que estas fotos não definem quem são, mas que são quem eles são. Câncer é uma doença comum e com essa série o fotógrafo espera que na próxima vez que você conhecer alguém que o tenha, que quando perguntar para a pessoa como ela se sente, você compreenda com empatia e preocupação sincera a sua resposta. É difícil segurar as lágrimas vendo esta série, ainda mais se você passou pelo processo de ter alguém próximo que batalhou contra esta doença.














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